Brasil na agenda Illuminati: Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para "combater" a dengue

07/11/2010 01:55

dengue2 300x228 Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue

Tem havido muita discussão sobre a possível aprovação pela FDA do salmão geneticamente modificado que cresce até duas vezes mais rápido que um salmão natural. Seus muitos detratores o rotularam de "Franken-Peixe" e afirmam que ele irá estragar o ambiente natural marinho, além de ser potencialmente prejudicial para o consumo humano. Enquanto o debate continua, parece que um outro organismo vivogeneticamente modificado poderá ser aprovado para ser liberado no ecossistema: mosquitos geneticamente modificados.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários anunciou planos para combater a dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos utilizando mosquitos geneticamente modificados, destinados a torná-los estéreis ou simplesmente morrerem, relatou o serviço de notícias das Nações Unidas-IRIN:

Cientistas lutando contra doenças transmitidas por mosquitos estão correndo para para obter a aprovação da liberação de insetos modificados geneticamente para impedir a propagação da dengue, um vírus potencialmente fatal.

No entanto, tais planos deixaram os ambientalistas nervosos com a possibilidade de que uma técnica científica já utilizada na agricultura (nota do blog:com possíveis danos à saúde) possa ser aplicada na saúde pública.

Esses mosquitos são projetados com um gene extra, ou têm inseridos uma bactéria ou um gene alterado, para que os seus descendentes sejam estéreis e incapazes de propagar a dengue, ou simplesmente morram.

"As pessoas geralmente não gostam do desconhecido e são alarmistas. Por nunca ter havido uma liberação [em campo] de mosquitos geneticamente modificados, os críticos estão livres para imaginar o que pode dar errado", disse o entomologista britânico e professor no Imperial College de Londres, John Mumford. Ele também é o principal investigador do Mosqguide, órgão regular financiado pelaOrganização Mundial da Saúde (OMS), fundado para desenvolver boas práticas para a implantação de mosquitos geneticamente modificados para combater as doenças transmitidas por mosquitos, principalmente dengue e malária.

"Se os peixes comem as larvas de mosquitos geneticamente modificados e as pessoas comem os peixes, um medo é como isso pode afetar a dieta das pessoas. Mas estamos esquecendo de que as pessoas comem milho e soja geneticamente modificados (trangênicos)", disse Mumford.

Por mais de meio século, os cientistas lançaram bilhões de insetos modificados, como por exemplo as moscas de fruta, para salvar as plantas, mas até agora não houve uma liberação de insetos geneticamente modificados para salvar os seres humanos.

A ONG baseada na Malásia, Pesticide Action Network-Ásia e do Pacífico, se opôs contra um pedido para a liberação de mosquitos geneticamente modificados com o fundamento de que isto "pode ter conseqüências para o ambiente e para a saúde, bem como apresenta riscos decorrentes da transferência horizontal de genes", escreveu o seu diretor executivo , Sarojeni V. Rengam, que destacou a "possibilidade de novos riscos à saúde para os seres humanos e animais .... o inseto pode se tornar mais virulento, agressivo, ou sua mordida pode ter efeitos diferentes sobre o hospedeiro."

Mohamed Idris, presidente da Associação de Consumidores de Penang, na Malasya, argumenta: "Há maneiras mais segura e benéficas para combater a dengue do que criar espécies alteradas, cujo impacto sobre o meio ambiente é desconhecido."

O que Mumford esqueceu de dizer quando afirmou que também comemos trangênicos é que várias pesquisas apontam para gravíssimos problemas oriundos de dietas baseadas em alimentos trangênicos. A alguns meses atrás reportamos neste blog um estudo que mostrava ligação de trangênicos com alta mortalidade infantil e esterilidade

Mas a parte mais chocante deste comunicado de imprensa é que nos últimos 50 anos os cientistas lançaram bilhões de insetos modificados no ecossistema. Tem havido muito pouco debate público sobre se deveríamos interferir com a natureza através da introdução de bilhões de novos organismos. É compreensível que em relação aos mosquitos, a maioria das pessoas ache que eles são um incômodo, ou até mesmo uma ameaça à saúde. Portanto, pela falta de conhecimento, a maioria das pessoas irá ler sobre isto e dizer "bem, vamos nos livrar deles então."

Parece que se os cientistas foram capazes de modificar geneticamente insetos "com sucesso" por toda a última meia década, e pelo menos algumas dessas espécies foi originalmente concebidas para serem armas portadoras de doenças. De fato, existem muitos relatos de que os recentes surtos de dengue podem estar diretamente relacionado às experiências do exército dos EUA coordenada pela CIA. Na maioria dos casos de financiamento do governo para pesquisa científica, há geralmente uma origem militar. A tecnologia está até mesmo sendo utilizada como uma nova falsa ameaça terrorista, de acordo com este artigo do Wall Street Journal.

A ONU relata com orgulho:

Pesquisadores australianos da Universidade de Queensland, financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates, receberam, juntamente com o Ministério da Saúde da Malásia, aprovação regulatória para começar em dezembro a liberação de mosquitos infectados com uma bactéria que evita que o vírus da dengue de se multiplique.

Dada a absoluta certeza de que órgãos mundiais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) são totalmente corruptos e com suas falsas pandemias indicam alianças com a elite e da falta de uma verdadeira preocupação para a saúde humana, é hora de que nós todos nos tornames céticos sobre os seus esforços. E quando comprovados eugenistas como Bill Gates estão envolvidos no financiamento de tais tecnologias, deve ficar claro que devemos nos opor a essa intromissão na natureza, com o suposto objetivo de "salvar" os seres humanos.

Enquanto isto, nossos vizinhos argentinos irão hospedar o ISBGMO: 11º Simpósio Internacional sobre a Biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados. Durante este simpósio, o MosqGuide deverá apresentar um workshop sobre osmosquitos geneticamente modificados. Uma boa chance para levantarmos nossa voz contra esta atrocidade.

Fonte: http://blog.antinovaordemmundial.com/