Caminho preparado para a Nova Ordem Mundial: A falência da Grécia torna-se agora real

27/01/2011 00:18

O território PIGSIB está quase todo consumido pelo fogo

Há cerca de um ano iniciou a queda da Grécia em direção à bancarrota. No início de maio de 2010 estivemos quase lá. Naquele momento os juros dos títulos públicos gregos de dois anos subiram 38%, um claro indicador de falência do Estado. Através de medidas tomadas na calada da noite, a UE alinhavou o famoso “pacote salvador” de 750 bilhões de Euros para “convencer” o mercado de títulos, que a Zona do Euro e principalmente a Alemanha irão agir como fiel depositário para todos os países do Euro. Uma promessa vazia, pois a princípio este pacote se compõe somente de garantias.

Em novembro de 2010 foi a vez da Irlanda. Novamente surge uma ameaçadora crise existencial do Euro. Entrementes os políticos europeus cacarejam sobre dobrar este “pacote de ajudas”, elevando-o para 1.500 bilhões de Euro. E eles se prendem firmes uns nos outros.

Nos últimos dias apareceram nos meios de comunicação cada vez mais notícias sobre a necessidade de “reestruturação” dos títulos públicos gregos. Atualmente os políticos europeus discutem qual parte dos credores deve ficar com o necessário haircut, ou seja, quem deve amortizar grande parte de suas contas a receber: bancos, seguradoras ou particulares.

“Reestruturar” nada mais é que prorrogar o vencimento das dívidas (sem esperanças no caso grego) ou amortizar parte das dívidas – o haircut dos credores. Não há esperança em reverter a falência da Grécia e ela não poderá pagar provavelmente nem 5% das dívidas públicas em valores atuais. Isso começa a entrar cada vez mais nas cabeças dos atores da mídia, dos mercados e da política.

A Grécia não está sozinha

O envelhecido rótulo dado pelos bancos de investimentos londrinos para os “países porcos” da zona sul do Euro, PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha), recebeu entrementes um novo “I” para Irlanda e avançou para PIIGS. A Irlanda está tão falida como a Grécia, mas não por causa da gastança estatal, mas sim por causa da explosão de uma gigantesca bolha imobiliária. O Estado irlandês tenta salvar seus bancos, mas com isso provoca sua própria falência.

O próximo candidato à falência é Portugal. Um país com frágil infra-estrutura. A falência de Portugal iria arrastar os bancos espanhóis, que já estão em situação delicada.

Então aparece ainda mais um país na linha de tiro dos mercados de títulos: uma Bélgica em desintegração, sem governo efetivo, mas com uma enorme dívida pública. Pode-se presumir que se este país for dividido ainda em 2011, nenhum dos países resultantes irá assumir esta dívida. O mercado já está percebendo isso.

A Alemanha também está na linha de tiro

Merkel/Schäuble simplesmente “salvam” muitos países europeus com garantias. Os mercados acreditam cada vez menos que a Alemanha possa fazer valer estes “salvamentos’. Por isso explodiram os preços para o Credit Default Swap dos títulos públicos da dívida alemã. Eles deixam implícito que a Alemanha já perdeu sua classificação AAA. Um detalhe: o Euro está “pendurado” nos títulos públicos alemães. Quando se intensificar sua liquidação, que já está em marcha, o Euro quebra. Isso pode acontecer em algumas semanas.

A historiografia do suposto holocausto judeu se comporta de forma análoga: cada vez mais pessoas estão percebendo as inúmeras inconsistências no relato “oficial”. À medida que a propaganda de guerra cede lugar à verdade dos fatos, deixa de existir lugar para relatos emotivos e constrangedores, ou ainda mentirosos, devidamente selecionados para manter o mito. A justiça triunfa – NR.

Para os botes salva-vidas

 

Nada mais em Euro é seguro. Como investidor dever-se-ia desconsiderá-lo. Quando vier o Crash do Euro, ele irá acontecer provavelmente dentro de poucas horas ou dias: então estarão perdidos tanto os bancos como o capital em Euro. Isso vale para a maioria das moedas. 

Por Walter Eichelburg

Fonte: http://www.provafinal.net/?p=1497