Catástrofe no nordeste: HAARP, estado policial e mortes - O que a mídia podre não mostra!

10/07/2010 00:01

É vergonhoso como o governo federal Illuminati não dá atenção à esta gigantesca catástrofe no Nordeste do país! A mídia podre manipulacionista esconde propositalmente a realidade de forma descarada e sem vergonha, tendo como mantra enganador diário este lixo de Copa do Imundo e um caso isolado (caso do goleiro Bruno). Ela entope a população com "informações" da morte de apenas uma pessoa (respeito o ocorrido), mas esconde de forma cafajeste, o grande genocídio (com número de mortos superior ao que foi informado pela mídia) que está acontecendo neste exato momento! E ainda a indignação se multiplica, quando vemos que naquela região chove 3 vezes mais do que o normal no mês, enquanto o sul e o sudeste estão em seca. Sem dúvidas, isto é pau mandado destes Illuminatus assassinos que usam o seu velho brinquedinho: o HAARP. Com isto, se iniciou os saques e diversos outros conflitos e desordens, resultando em um mini estado policial - justamente o que a gangue de Satã deseja!

Veja a notícia da Revista Veja

DA LAMA AO CAOS
Em duas semanas, as enchentes em Alagoas e Pernambuco mataram 57 pessoas e desabrigaram 157000. e a situação continua um caos. O governo alagoano precisou enviar reforços policiais à cidade de Rio Largo, a fim de conter saques aos estoques de remédios da Secretaria de Saúde. Em Murici, também em Alagoas, os desabrigados disputam donativos a tapas. Um dos episódios mais desoladores ocorreu no dia 30, na alagoana Santana do Mundaú. Centenas de famintos se amontoaram junto a uma cerca, enquanto soldados do Exercito descarregavam cestas básicas de um helicóptero – que foram enviadas, em seguida, a outra localidade. Em União dos Palmares, Alagoas, os desamparados recolhiam metais nos escombros para trocá-los por alimentos. Em Pernambuco, faltou água, mantimentos e remédios para atender os habitantes de Palmares. Em Barreiros, no mesmo estado, as doações de calçados amontoavam-se nas ruas com se fossem lixo.
Nas cidades atingidas, o preço da comida e de artigos de higiene e limpeza disparou. O do galão de água saltou de 4 para 20 reais. O de caixa de velas pulou de 3 para 10 reais, e a corrida de mototáxi, antes feita por 2 reais, agora custa 5. Vende-se frango pelo valor de filé-mignon. As autoridades locais recomendam que os cidadãos resistam aos aproveitadores – como se isso fosse possível. Em Alagoas, há preparativos para enfrentar surtos de doenças infecciosas. No estado, há dezesseis casos suspeitos e dois confirmados de leptospirose, 130 vitimas de diarréia e outras cinqüenta pessoas picadas por cobras e escorpiões, que invadiram os povoados depois das enchentes.
As autoridades insistem em atribuir à natureza a responsabilidade pela tragédia. De fato, em apenas uma noite, choveu o tripulo do que era esperado para o mês inteiro. Mas o grande problema foi o rompimento de pelo menos quatro barragens. O governo de Pernambuco, ao final, viu-se obrigado a reconhecer que a integridade de nove de suas represas esta comprometida. Os vazamentos desses reservatórios alimentam a enxurrada, causando uma espécie de “tsunami”, que só não foi mais devastador graças aos alertas dados pelos populares, por celular, à medida que eram atingidos. É lamentável que os governos dos dois estados tenham deixado as barragens sem nenhum controle. Ainda pior é constatar que o governo Lula não transferiu para a região a totalidade dos recursos destinados a obras de prevenção de enchentes. Isso poderia ter mitigado o sofrimento desses nordestinos.

Fonte: http://www.antinovaordemmundial.com/forum/viewtopic.php?f=3&t=1299 

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