Contaminação de óleo já está na Europa e BP suborna grupos ecologistas

06/07/2010 00:51

Imagem de satélite revela que a contaminação de óleo já está na Europa e BP é acusada de subornar grupos ecologistas. Illuminatus fazem tudo o que é possível para tornar seus planos diabólicos, reais.

Se analisarmos mesmo, está muito estranho, pois não se vê em nenhum lugar manifestações e protestos intensos contra a BP e/ou contra o governo americano. Se existe algum, é muito pequeno. 

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Leia a notícia:

Pelicano coberto de óleo. Sem dúvida neste ponto estamos em meio do que poderia ser a maior catástrofe ecológica da história. A explosão da plataforma petrolífera teve lugar quase dentro do actual circuito (loop) onde se origina a Corrente do Golfo. Isto tem consequências ecológicas e climatológicas enormes.

Um olhar superficial de um mapa da Corrente do Golfo mostra que o petróleo não está apenas em vias de cobrir as praias do Golfo, ele propagar-se-á para as costas do Atlântico até a Carolina do Norte e então para o Mar do Norte e a Islândia. E além do dano para as praias, a vida marinha e abastecimentos de água, a corrente do Golfo tem uma química, composição (organismos marinhos), densidade e temperatura muito característica. O que acontece se o petróleo e os dispersantes e todos os compostos tóxicos que eles criam realmente mudarem a natureza da Corrente do Golfo? Ninguém pode descartar mudanças potenciais incluindo mudança no caminho da Corrente do Golfo, e mesmo pequenas mudanças poderiam ter enormes impactos. A Europa, incluindo a Inglaterra, não é um deserto gelado devido ao aquecimento da Corrente do Golfo.

Contudo, há um silêncio ensurdecedor por parte destas muito ambientais organizações que deveriam estar nas barricadas a exigir que a BP, o governo dos EUA e outros actuem decisivamente.

Este silêncio ensurdecedor das principais organizações verdes ou ecologistas tais como Greenpeace, Nature Conservancy, Sierra Club e outras pode muito bem ser ligado a um rastro de dinheiro que leva directamente à indústria petrolífera, nomeadamente a BP. Organizações ambientalistas importantes tiveram significativos subornos financeiros nos últimos anos da BP a fim de que a companhia petrolífera pudesse refazer-se a si própria com uma "cara ambientalmente amistosa", como na nova marca da companhia "para além do petróleo" ("beyond petroleum").

A Nature Conservancy, descrita como "o mais poderoso grupo ambiental do mundo" [10] concedeu à BP um assento no seu Conselho Internacional de Liderança depois de a companhia petrolífera dar à organização mais de US$10 milhões nos últimos anos. [11]

Até recentemente, a Nature Conservancy e outros grupos ambientais trabalhavam com a BP numa coligação que fazia lobby junto ao Congresso sobre questões de mudança climática. Um empregado da BP Exploration serve como administrador (trustee) não pago da Conservancy no Alasca. Além disso, segundo um relatório recente publicado pelo Washington Post, a Conservation International, outro grupo ambiental, aceitou US$2 milhões em donativos da BP e trabalhou com a companhia num certo número de projectos, incluindo um que examinava métodos de extracção de petróleo. De 2000 a 200 6, John Brown, então executivo chefe da BP, sentou-se na administração da CI.

Além disso, The Environmental Defense Fund, outra influente organização ecologista, juntou-se à BP, Shell e outras grandes corporações para formarem um Partenariado para a Acção Climática, a fim de promover "mecanismos baseados no mercado" (sic) para reduzir emissões de gases com efeito de estufa.

Grupos ambientais não lucrativos que aceitaram donativos ou aderiram a projectos com a BP incluem Nature Conservancy, Conservation International, Environmental Defense Fund, Sierra Club e Audubon. Isto podia explicar porque o clamor político até à data por acção decisiva no Golfo tem sido tão em surdina. [12]

Naturalmente estas organizações por si sós não vão resolver esta catástrofe. O ponto central nesta altura é quem está preparado para colocar os recursos científicos federal e internacionais urgentemente necessários para a resolução desta crise. Acções ulteriores do género daquelas da Casa Branca de Obama até à data ou da BP só podem levar à conclusão de que algumas pessoas muito poderosas querem que esta derrocada continue. As próximas semanas serão críticas para esta avaliação.

Fonte: http://www.voltairenet.org/article165885.html