O circo latino-americano: Eleições no Brasil e a farsa de Rafael Correa

05/10/2010 00:21

 

Acabou o primeiro round dessa batalha farsesca em que todos somos obrigados a participar, porém a guerra - de resultado conhecido - ainda vai continuar no dia 15 de novembro. Algumas pessoas se iludem acreditando que ainda “há uma chance” para outro candidato que não a escolhida pelo Foro de São Paulo, num exercício de auto-engano consentido que dá lástima. E vergonha. Porque apesar de ser um país continental, o Brasil continua o berço da ignorância e da irresponsabilidade. Quem elege palhaços, jogadores de futebol, apresentadores de televisão ou cantores da moda, isso sem contar com camelôs e prostitutas não merece respeito mas sim, que esta escória de indigentes morais e intelectuais crie leis mais estúpidas do que as milhares já existentes para que “eles” cumpram porque eu, no legítimo direito à desobediência civil, me recuso a cumprir.

E apesar de todas as pesquisas feitas ao longo dos anos, demonstrando que o brasileiro é majoritariamente conservador e de direita, o comunismo grassa assustadoramente conforme estamos vendo no resultado dessas eleições. O mistério para esta metamorfose insana, só Deus sabe! Aqui no estado de Pernambuco os dois senadores que vão levando a dianteira são comunistas e o atual governador, Eduardo Campos, que ganhou a primeira eleição em 2006 por ser neto do legendário comunista Miguel Arraes, foi reeleito já no primeiro turno com nada menos que 82% dos votos válidos. Vale salientar que este senhor pertence ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) que é membro permanente e fundador do Foro de São Paulo. E então eu pergunto: onde estão os conservadores das pesquisas que na hora de escolher elegem a pior escória que temos no país? 

Fui votar constrangida pela imposição de que sou vítima, por ser funcionária pública federal, e lá constatei que não era a única com esse sentimento. Na sala da minha seção e pelos corredores do colégio ouvi de várias pessoas de idade mais avançada: “graças a Deus este é o último ano que sou obrigada a votar!”, demonstrando com clareza que isto que vivemos é qualquer coisa menos democracia. A obrigatoriedade de votar já é uma violência inominável, e ser obrigada a escolher entre canalhas, charlatães, ladrões, terroristas, é o máximo do aviltamento à dignidade humana. Voltei para casa com uma sensação amarga de ter sido estuprada em praça pública, enquanto marginais se divertiam com o meu sofrimento e constrangimento. Não sei se estarei viva para ver esse país livre e verdadeiramente democrático, onde os legisladores serão pessoas idôneas, cultas, sérias e comprometidas com o bem-estar da Nação e do seu povo, não um bando de aproveitadores sem caráter, sem moral, sem educação, pensando sempre e unicamente em enriquecer às custas de todos os demais.

E a farsa mais monumental da semana ficou por conta do histérico delinqüente Rafael Correa, presidente do Equador. Na quinta-feira passada recebi a notícia, em primeira mão, do meu amigo Alex, o Cavaleiro do Templo. Em seu blog ele contava o furdunço que estava ocorrendo no Equador e como eu havia passado o dia todo longe do micro, não quis emitir nenhum juízo antes de conhecer os fatos em todos os seus detalhes. Antes mesmo que eu pudesse fazer uma análise, li que uma dezena de países haviam se manifestado em apoio ao presidente Correa que, segundo informações oficiais, havia sido “seqüestrado” por policiais que se rebelaram contra o governo e teriam dado um “golpe de Estado”. 

Segundo pude apurar de fontes confiáveis, toda a rebelião começou por causa de uma lei que havia sido aprovada um mês antes pela Assembléia Nacional, e que no dia anterior à rebelião Correa introduziu outros artigos - e exigia que a Assembléia aprovasse, contrariando o já aprovado um mês atrás - nos quais se tiravam alguns benefícios que policiais e funcionários públicos recebiam, afetando-os financeiramente. Não respeitar as decisões da Assembléia é, por si só, um ato autoritário e anti-democrático. Com a rebelião, Correa histericamente resolveu ir ao maior quartel de Quito e da sacada gritava aos policiais que “se quisessem, podiam matá-lo”. Em seguida, sob os efeitos do gás lacrimogêneo Correa procura o hospital da polícia (justo da Polícia?) e de lá, anuncia ao mundo que fora “vítima de um seqüestro” e que os policiais estavam tentando um “golpe de Estado”, recurso velho conhecido de todos os ditadores da região quando querem inverter os fatos e passar por “vítimas da extrema direita”.

Imediatamente os presidente da região, encabeçados por Chávez que é o rei do “golpe”, convocaram uma reunião da sucursal do Foro de São Paulo - a UNASUL - e todos vociferavam que “não iam admitir a quebra da democracia, nem a deposição do presidente legitimamente eleito”. De imediato lembrei do caso de Honduras. Com exceção de Piñera do Chile, e de Alan García do Peru, nenhum desses psicopatas latino-americanos lembrou-se - ou teve disposição - de cumprimentar o presidente Santos pela vitória da Operação Sodoma, porque abateu um de seus comparsas. Entretanto, bastou um do grupo pedir socorro, com alegações mais falsas do que uma nota de 3 reais, e todos acudiram prestimosos.

Como estou cuidando de problemas pessoais não pude publicar estes dados a tempo, mas acredito que no Brasil as pessoas ainda acreditam piamente na tentativa de “golpe de Estado” no Equador, daí que tem vigência comentar quando a coisa está mais calma, até porque os jornais reproduziram e os articulistas de opinião, que em geral são de esquerda, continuam repetindo a farsa oficial. Como em Honduras e o caso do delinqüente Manuel Zelaya. A patifaria de Correa foi tamanha, que ele ameaçou usar um dispositivo presidencial chamado “morte cruzada”, que significa a dissolução da Assembléia e a convocatória em dois dias de novas eleições. Além disso, declarou estado de exceção no país, bloqueou os sinais de todas as emissoras de televisão para que o mundo não conhecesse a realidade, mas apenas a SUA versão do ocorrido, num claro gesto despótico e autoritário que é sua marca registrada, do mesmo modo que Chávez. O circo estava armado e o mundo todo acudia em seu socorro.

Então, reproduzo abaixo um informe recebido de fonte de alta confiabilidade que revela o que de fato ocorreu.

“1. Os fatos se relacionam com um auto-golpe planejado e executado pelo próprio governo equatoriano, para distrair a atenção, nacional e internacional, sobre os graves problemas econômicos, sociais e políticos em que está enrascado o país;

2. Pretendia-se com estes fatos antes de tudo elevar a popularidade do presidente, a qual havia caído nos últimos dias em mais de 25%, mediante a busca de apoio dos setores populares, assim como dos movimentos indígenas e professores, com a máscara de rechaçar a ruptura da ordem democrática;

3. Desacreditar e frear a pressão da oposição e dos meios de comunicação que estavam ganhando espaços importantes na opinião nacional e internacional, especialmente com a exigência de que se investigue e julgue o apoio de Rafael Correa às FARC, e o financiamento desta organização terrorista à sua campanha presidencial;

4. A operação foi planejada em coordenação com os governos da Venezuela, Bolívia e Argentina, os quais tinham a missão de ativar o alarme e gerar reações tanto da OEA, como da UNASUL. Para isto basearam-se na experiência vivida na Venezuela, por motivo do auto-golpe de 2002, onde Hugo Chávez saiu fortalecido;

5. A perda de benefícios econômicos por parte dos membros da Polícia era um excelente detonante para conseguir o objetivo proposto, pois nesta Força existem duas vertentes: uma que se ajoelhou aos interesses de Correa, e outra que mantém a linha constitucional e é necessário depurá-la. 

CONCLUSÃO: O Plano se executou como estava previsto: os policiais morderam a isca, gerou-se a sublevação, Correa permaneceu supostamente seqüestrado no Hospital da Polícia custodiado por sua guarda pessoal, a qual não permitia o ingresso no prédio dos policiais sublevados, e de lá ele discursava ao povo e coordenava os rechaços da comunidade internacional. Interditaram os meios de comunicação, ativaram-se os alarme da OEA e se programou uma reunião urgente dos presidentes da UNASUL na Argentina. E por último, organizou-se um plano de resgate para o qual se utilizaram balas de borracha contra os policiais, que só estavam armados com gases lacrimogêneos, e por esse motivo só se apresentou um morto por causa de atropelamento causado pelo veículo presidencial. Finalmente, ele saiu do hospital do qual teria podido sair sem necessidade de uma operação de resgate, porém necessitava, para dar espetacularidade, e depois de tudo isto aconteceu o mais importante, conseguiu-se o objetivo proposto: O PRESIDENTE CORREA SAIU FORTALECIDO”.

Além deste informe, há uma mensagem circulando por Quito, de um bioquímico farmecêutico que trabalha no tal hospital onde Correa ficou por algum tempo que, além de revelar a monstruosidade da farsa, demonstra todo o seu repúdio ao local escolhido para encenar o espetáculo, causando transtornos nos pacientes ali internados por necessidade, e não por histerismo barato e oportunista. Leiam a contundência deste documento escrito por alguém que estava lá e pode dar seu testemunho de fatos tão aviltantes, traduzido literalmente:

“O senhor presidente nunca esteve na qualidade de seqüestrado, esteve sendo atendido pelo pessoal médico do hospital da Polícia. Meus generais e o Sr. Ministro do Interior estiveram em contato permanente com ele e preocupados por sua segurança (depois de que de uma maneira prepotente em vez de conciliadora lançou o desafio incoerente de que ‘o matem se são valentes’, ninguém queria matá-lo nem derrocar o regime). Sua segurança, composta por companheiros policiais de honra, o pessoal do GOE (Grupo de Operações Especiais) o resguardou permanentemente, inclusive quando chegou ao quartel deste grupo, indicou-se-lhe que aí era mais seguro que descer ao Regimento Quito, e depois de tudo, desde o interior do Hospital ele deu várias declarações via telefônica em múltiplas ocasiões do dia. 

Minutos ante do selvagem assalto militar a esta casa de saúde (atenção: não quartel policial) com armas de grosso calibre e munições reais, onde encontram-se mulheres, crianças e velhos, a maioria deles graves, pois ninguém vai a m hospital de férias, com diferentes doenças e que pela grande chuva de gases lacrimogêneos e o tiroteio sem medida (sendo as paredes do Hospital Quito testemunhas deste fato), resultaram com asfixia e crise nervosa, já se estava cantando o Hino da Polícia Nacional e preparada a rua de honra pela qual se dispunha tirar o Sr. Presidente para ser trasladado ao Palácio do Governo, ação que se mantinha durante mais de duas horas, com motocicletas policiais esperando escoltar dois veículos da caravana presidencial que nunca chegaram, portanto, a incursão foi provocada para ganhar protagonismo.

Companheiro, transmite esta mensagem a todos os teus contatos para que saibam a verdade e não como dizem que foi um seqüestro e muito menos uma tentativa golpista. E se estivestes dentro do Hospital, conta ao mundo como se passou a situação real.

Dr. Fernando Vargas M.

Bem amigos, por hoje é só. Reflitam sobre tudo isto que tem a ver conosco diretamente, pois são deliberações do maldito Foro de São Paulo do qual o principal artífice é o atual mandatário do Brasil. Fiquem com Deus e até a próxima! 

Fonte: http://www.notalatina.blogspot.com/